Seguidores

segunda-feira, 20 de outubro de 2014


sábado, 11 de outubro de 2014

A parada militar do ano 1951

0

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

"Stalin é o Lenin de hoje " - Henri Barbusse.

0

terça-feira, 7 de outubro de 2014



0



segunda-feira, 6 de outubro de 2014



domingo, 5 de outubro de 2014



Stalin recebe um brasão de armas da Polônia

0



sábado, 4 de outubro de 2014


Luiz Carlos Prestes em 1945

0

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Stálin em cores.

0

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A Revolução Proletária e o revisionismo de Kruchov [1]
Comentário sobre a carta aberta do CC do PCUS (VIII)
Pela redação do Renmin Ribaoe a redação da revista Honggi
(31 de março de 1964)





Nesse artigo se tratará um problema bem conhecido por todos: o da “transição pacífica”. Este problema se tornou muito conhecido e tem chamado tanto a atenção, porque Kruchov o apresentou no XX Congresso do PCUS e o sistematizou em forma de programa no XXII Congresso do mesmo, opondo seus pontos de vista revisionistas aos do marxismo-leninismo. A carta aberta do Comitê Central do PCUS de 14 de julho de 1963 voltou a repetir esta cantilena.
Na história do movimento comunista internacional, a traição de todos os revisionistas ao marxismo e ao proletariado acha sua expressão concentrada na oposição à revolução violenta e à ditadura do proletariado e na pregação da transição pacífica do capitalismo ao socialismo. Este é também o caso do revisionismo de Kruchov. Em torno desse problema, Kruchov é um discípulo de Bernstein e Kautsky, e também de Browder e Tito.
O revisionismo de Browder e o de Tito assim como a teoria das “reformas estruturais” surgiram a partir da Segunda Guerra Mundial. Estas variedades de revisionismo são fenômenos locais no movimento comunista internacional. Porém o revisionismo de Kruchov, que surgiu e adquiriu predomínio na direção do PCUS, se converteu num grande problema de significação geral pra o movimento comunista internacional, do qual depende o êxito ou o fracasso da causa revolucionária do proletariado internacional considerado em seu conjunto.
Daí a necessidade de responder neste artigo aos revisionistas em termo mais explícitos que antes.

Discípulo de Bernstein e Kautsky
A partir do XX Congresso do PCUS, Kruchov apresentou o caminho da “transição pacífica”, ou seja, de “aproveitar o caminho parlamentar para a transição ao socialismo” [2], que é diametralmente oposto ao caminho da Revolução de Outubro.
Vejamos o que é o “caminho parlamentar” que vendem Kruchov e seus semelhantes.
Kruchov sustenta que sob a ditadura burguesa e de acordo com as leis eleitorais burguesas, o proletariado pode conquistar uma maioria estável no parlamento. Diz que nos países capitalistas “a classe operária, unindo em torno de si os camponeses trabalhadores, os intelectuais, todas as forças patrióticas, e dando uma resposta decidida aos elementos oportunistas, incapazes de renunciar à política de conciliação com os capitalistas e os latifundiários, pode derrotar as forças reacionárias, antipopulares, conquistar uma sólida maioria no parlamento.”

terça-feira, 2 de setembro de 2014


¿LA UNIÓN SOVIÉTICA INVADIÓ POLONIA
EN SEPTIEMBRE DE 1939?
(RESPUESTA: NO, NO LO HIZO)Grover Furr



Introducción
¿La Unión Soviética invadió Polonia el 17 de septiembre 1939? “¿Por qué pregunta eso?”. “Todos sabemos” que esa invasión se produjo. “¡Usted puede verlo!”. “Todas las fuentes autorizadas están de acuerdo. Ese acontecimiento histórico ocurrió”.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mundo relembra 75 anos da 2ª Guerra Mundial

0

Há setenta e cinco anos, em 1º de setembro de 1939, eclodiu na Europa a 2ª Guerra Mundial, um conflito que dizimou mais de 60 milhões de pessoas e envolveu dezenas de países de todo o mundo.

Se a 1ª Guerra Mundial foi considerada na época uma "surpresa" para a grande maioria dos europeus, não se pode dizer o mesmo da 2ª Guerra. Ao longo de toda a década de 1930, na Europa e na Ásia, estavam ocorrendo conflitos, e seu vetor global era bastante claro.

quinta-feira, 31 de julho de 2014


João Claudio Platenik Pitillo pesquisa a participação soviética na Segunda Guerra Mundial há mais de 15 anos. Seu livro Aço Vermelho: os segredos da vitória soviética na Segunda Guerra Mundial é o primeiro escrito por um brasileiro ao longo dos 75 anos do início da 2ª Guerra Mundial. O livro revelará aos brasileiros os segredos da vitória soviética, omitidos pela “Guerra Fria”. Repleto de informações e curiosidades que demonstram o grandioso esforço dos soviéticos para derrotarem o nazismo. Foi escrito a partir de materiais soviéticos inéditos em nosso país. O mesmo é prefaciado pelo professor Francisco Carlos Teixeira da Silva (UFRJ) e apresentado pelo professor Celso Péricles Thompson (UERJ) e tem comentários do professor Luiz Edmundo Tavares (UERJ). O Livro será lançado no dia 22 de julho às 18:30 no auditório 91, 9º andar UERJ.

sábado, 26 de julho de 2014

Resposta a Bertone Sousa sobre Medvedev

0


O professor Bertone Sousa reforçou seu discurso que apenas reitera suas posições anteriores no que diz respeito ao Relatório Kruschev, agora apoiado em um texto do historiador russo Medvedev. No entanto, vemos o que Harpal Brar, paquistanês que vive na Inglaterra, comenta a respeito do livro Deixe a História Julgar, de Medvedev:

quinta-feira, 24 de julho de 2014

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Kruschev mentiu, Bertone também!

0


No artigo Kruschev não mentiu sobre Stálin, Bertone Sousa elenca seus argumentos para supostamente criticar...Grover Furr!

Primeiro, ele cita o Relatório Kruschev. Bertone, leia o Relatório, meu amigo. Ele expressamente inocenta os réus dos Processos de Moscou, mas, ao contrário de você, ele diz claramente que Bukharin, Trotsky e outros eram anti-leninistas (como aliás, é você) e que Stálin estava certo ao combatê-los. Você concorda??? Kruschev não ousou negar que Stálin tenha sido marxista, embora posteriormente tenha passado a insultá-lo, chamando de explorador de jogos de azar, assassino, etc.

O objetivo de Kruschev não era exatamente atacar Stálin, mas criar uma nuvem de fumaça para esconder a restauração do capitalismo.


Por Cristiano Alves


A Página Vermelha tem sido uma referência para diversos estudiosos por apresentar um ponto de vista independente e por sua capacidade de dialogar com outras fontes. Embora seu autor não seja formado em história, ele se orgulha de sua fluência em 4 línguas, por que isso lhe garante a capacidade de empreender um estudo epistemológico maior que a biblioteca de pretensos intelectuais bitolados a um universo minúsculo de autores politicamente motivados.


Recentemente, alertado por um de nossos leitores, me deparei com textos ignóbeis que atacam o nosso trabalho, todos com um nível infantil. Um deles alega que o autor desse artigo é uma "versão de esquerda de Olavo de Carvalho", outro, alfabetizado apenas em língua portuguesa, portanto com um universo cognitivo muito mais restrito, agora alega que "Khruschov não mentiu". O autor desse artigo, um professor de história da Universidade de Tocantins já denunciado duas vezes site, já foi flagrado mentindo em várias oportunidades, sendo a mais vergonhosa delas a alegação de que "a Coréia do Norte criou uma lei para fuzilar quem for flagrado lendo a Bíblia", mentira que não apenas denunciamos, como comprovamos sua falsidade ao expor fotos e vídeos de missas da Igreja Ortodoxa Russa e da Igreja Católica Romana em plena Coreia do Norte, sendo as primeiras missas bilíngue em russo e coreano. O dito cujo entrou numa histeria, chamando de "burros" a todos que não acatavam seus devaneios e perdeu sua credibilidade por parte de vários leitores. Machista, ainda proferiu insultos pesados, baixos, a uma leitora do nosso site pelo exclusivo fato dela ser mulher, insultos não verificados contra leitores homens. Apesar de tudo, A Página Vermelha optou por manter um texto seu sobre um falso filósofo, uma vez que não somos extremistas.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...