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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A Revolução Proletária e o revisionismo de Kruchov [1]
Comentário sobre a carta aberta do CC do PCUS (VIII)
Pela redação do Renmin Ribaoe a redação da revista Honggi
(31 de março de 1964)





Nesse artigo se tratará um problema bem conhecido por todos: o da “transição pacífica”. Este problema se tornou muito conhecido e tem chamado tanto a atenção, porque Kruchov o apresentou no XX Congresso do PCUS e o sistematizou em forma de programa no XXII Congresso do mesmo, opondo seus pontos de vista revisionistas aos do marxismo-leninismo. A carta aberta do Comitê Central do PCUS de 14 de julho de 1963 voltou a repetir esta cantilena.
Na história do movimento comunista internacional, a traição de todos os revisionistas ao marxismo e ao proletariado acha sua expressão concentrada na oposição à revolução violenta e à ditadura do proletariado e na pregação da transição pacífica do capitalismo ao socialismo. Este é também o caso do revisionismo de Kruchov. Em torno desse problema, Kruchov é um discípulo de Bernstein e Kautsky, e também de Browder e Tito.
O revisionismo de Browder e o de Tito assim como a teoria das “reformas estruturais” surgiram a partir da Segunda Guerra Mundial. Estas variedades de revisionismo são fenômenos locais no movimento comunista internacional. Porém o revisionismo de Kruchov, que surgiu e adquiriu predomínio na direção do PCUS, se converteu num grande problema de significação geral pra o movimento comunista internacional, do qual depende o êxito ou o fracasso da causa revolucionária do proletariado internacional considerado em seu conjunto.
Daí a necessidade de responder neste artigo aos revisionistas em termo mais explícitos que antes.

Discípulo de Bernstein e Kautsky
A partir do XX Congresso do PCUS, Kruchov apresentou o caminho da “transição pacífica”, ou seja, de “aproveitar o caminho parlamentar para a transição ao socialismo” [2], que é diametralmente oposto ao caminho da Revolução de Outubro.
Vejamos o que é o “caminho parlamentar” que vendem Kruchov e seus semelhantes.
Kruchov sustenta que sob a ditadura burguesa e de acordo com as leis eleitorais burguesas, o proletariado pode conquistar uma maioria estável no parlamento. Diz que nos países capitalistas “a classe operária, unindo em torno de si os camponeses trabalhadores, os intelectuais, todas as forças patrióticas, e dando uma resposta decidida aos elementos oportunistas, incapazes de renunciar à política de conciliação com os capitalistas e os latifundiários, pode derrotar as forças reacionárias, antipopulares, conquistar uma sólida maioria no parlamento.”

terça-feira, 2 de setembro de 2014


¿LA UNIÓN SOVIÉTICA INVADIÓ POLONIA
EN SEPTIEMBRE DE 1939?
(RESPUESTA: NO, NO LO HIZO)Grover Furr



Introducción
¿La Unión Soviética invadió Polonia el 17 de septiembre 1939? “¿Por qué pregunta eso?”. “Todos sabemos” que esa invasión se produjo. “¡Usted puede verlo!”. “Todas las fuentes autorizadas están de acuerdo. Ese acontecimiento histórico ocurrió”.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mundo relembra 75 anos da 2ª Guerra Mundial

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Há setenta e cinco anos, em 1º de setembro de 1939, eclodiu na Europa a 2ª Guerra Mundial, um conflito que dizimou mais de 60 milhões de pessoas e envolveu dezenas de países de todo o mundo.

Se a 1ª Guerra Mundial foi considerada na época uma "surpresa" para a grande maioria dos europeus, não se pode dizer o mesmo da 2ª Guerra. Ao longo de toda a década de 1930, na Europa e na Ásia, estavam ocorrendo conflitos, e seu vetor global era bastante claro.

quinta-feira, 31 de julho de 2014


João Claudio Platenik Pitillo pesquisa a participação soviética na Segunda Guerra Mundial há mais de 15 anos. Seu livro Aço Vermelho: os segredos da vitória soviética na Segunda Guerra Mundial é o primeiro escrito por um brasileiro ao longo dos 75 anos do início da 2ª Guerra Mundial. O livro revelará aos brasileiros os segredos da vitória soviética, omitidos pela “Guerra Fria”. Repleto de informações e curiosidades que demonstram o grandioso esforço dos soviéticos para derrotarem o nazismo. Foi escrito a partir de materiais soviéticos inéditos em nosso país. O mesmo é prefaciado pelo professor Francisco Carlos Teixeira da Silva (UFRJ) e apresentado pelo professor Celso Péricles Thompson (UERJ) e tem comentários do professor Luiz Edmundo Tavares (UERJ). O Livro será lançado no dia 22 de julho às 18:30 no auditório 91, 9º andar UERJ.

sábado, 26 de julho de 2014

Resposta a Bertone Sousa sobre Medvedev

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O professor Bertone Sousa reforçou seu discurso que apenas reitera suas posições anteriores no que diz respeito ao Relatório Kruschev, agora apoiado em um texto do historiador russo Medvedev. No entanto, vemos o que Harpal Brar, paquistanês que vive na Inglaterra, comenta a respeito do livro Deixe a História Julgar, de Medvedev:

quinta-feira, 24 de julho de 2014

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Kruschev mentiu, Bertone também!

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No artigo Kruschev não mentiu sobre Stálin, Bertone Sousa elenca seus argumentos para supostamente criticar...Grover Furr!

Primeiro, ele cita o Relatório Kruschev. Bertone, leia o Relatório, meu amigo. Ele expressamente inocenta os réus dos Processos de Moscou, mas, ao contrário de você, ele diz claramente que Bukharin, Trotsky e outros eram anti-leninistas (como aliás, é você) e que Stálin estava certo ao combatê-los. Você concorda??? Kruschev não ousou negar que Stálin tenha sido marxista, embora posteriormente tenha passado a insultá-lo, chamando de explorador de jogos de azar, assassino, etc.

O objetivo de Kruschev não era exatamente atacar Stálin, mas criar uma nuvem de fumaça para esconder a restauração do capitalismo.


Por Cristiano Alves


A Página Vermelha tem sido uma referência para diversos estudiosos por apresentar um ponto de vista independente e por sua capacidade de dialogar com outras fontes. Embora seu autor não seja formado em história, ele se orgulha de sua fluência em 4 línguas, por que isso lhe garante a capacidade de empreender um estudo epistemológico maior que a biblioteca de pretensos intelectuais bitolados a um universo minúsculo de autores politicamente motivados.


Recentemente, alertado por um de nossos leitores, me deparei com textos ignóbeis que atacam o nosso trabalho, todos com um nível infantil. Um deles alega que o autor desse artigo é uma "versão de esquerda de Olavo de Carvalho", outro, alfabetizado apenas em língua portuguesa, portanto com um universo cognitivo muito mais restrito, agora alega que "Khruschov não mentiu". O autor desse artigo, um professor de história da Universidade de Tocantins já denunciado duas vezes site, já foi flagrado mentindo em várias oportunidades, sendo a mais vergonhosa delas a alegação de que "a Coréia do Norte criou uma lei para fuzilar quem for flagrado lendo a Bíblia", mentira que não apenas denunciamos, como comprovamos sua falsidade ao expor fotos e vídeos de missas da Igreja Ortodoxa Russa e da Igreja Católica Romana em plena Coreia do Norte, sendo as primeiras missas bilíngue em russo e coreano. O dito cujo entrou numa histeria, chamando de "burros" a todos que não acatavam seus devaneios e perdeu sua credibilidade por parte de vários leitores. Machista, ainda proferiu insultos pesados, baixos, a uma leitora do nosso site pelo exclusivo fato dela ser mulher, insultos não verificados contra leitores homens. Apesar de tudo, A Página Vermelha optou por manter um texto seu sobre um falso filósofo, uma vez que não somos extremistas.

terça-feira, 8 de julho de 2014


Arquivo en PDF: 


Películas, documentais e un monte de libros conseguiron que abonde nomear “Masacre de Katyn” para que os ceos se encapoten e negras nubes tracen a face dun Stalin especialmente satánico deitando sangue polos afiados cairos.

O certo é que Katyn, a englobar o nome desta fraga todos os presuntos asasinatos cometidos polos soviéticos durante a guerra, constitúe a pedra chave encol de que se edifica o mito do terror soviético. Non en van é o “acontecemento” sobre o que máis documentación achegaron historiadores burgueses e anticomunistas para conformaren a versión oficial. O “Masacre de Katyn”, a versión oficial elaborada en primeira instancia, non o esquezamos, por Goebbels, viría demostrar a veracidade do resto de “atrocidades” cometidas durante a época de Stalin. Tamén, e non menos importante, representa a perfecta escusa que teñen os “demócratas” dos antigos países socialistas para xustificaren as súas políticas fascistas e racistas antes e durante a guerra.

Mais un recente achado de arqueólogos polacos e ucraínos semella pór en serias dúbidas a versión oficial. Restos persoais de soldados polacos que até agora se dicía que foran asasinados entre abril e maio de 1940 en Kalinin e soterramos en Mednoe, aparecen a centos de quilómetros, en Volodimir-Volinski. É máis, tamén se atoparon documentos datados en 1941 e cartuchos de bala de orixe alemá dese mesmo ano.

Aqueloutras congratúlase de poder ofrecer na nosa lingua este novo traballo do historiador Grover Furr.

Fonte -  http://aqueloutras.blogspot.com.br/

terça-feira, 1 de julho de 2014




Coa versión en galego da obra de Grover Furr As Mentiras de Khrushchev, publicada xa hai mais de un ano por Edición Benigno Álvarez,  xa practicamente esgotada (seica fican un ou dous exemplares na libraría Nobel de Ferrol), cun continuo goteo de encomendas chegadas maioritariamente do Brasil (vale ou non vale a nosa lingua?), cunha copia escaneada da versión inglesa dispoñíbel na Rede vai boa, coido que non se lle fai mal a ninguén, senón todo o contrario, publicando de vagar aqueles apartados máis interesantes e/ou amenos do libro. Todas aquelas persoas que, pola razón que for, aínda non tiveron a oportunidade de o consultaren van poder facelo a través desta páxina.

En Aqueloutras vanse ir subindo, aos poucos, os apartados cos seus respectivos apéndices. Uns materiais, estes últimos, que conforman a munición argumental deste amplo e rigoroso estudo do que pasou á Historia como o Discurso Secreto de Khrushchev.

A vindeira terza feira, 1 de xullo, publicarase o Apartado 1: O Culto á Personalidade co seu apéndice. Iráse publicando un apartado cada certo tempo (en principio todas as terzas feiras).

A Introdución de As Mentiras de Khrushchev pódese ler en http://edicionsbenignoalvarez.blogspot.com.
 
Fonte -  http://aqueloutras.blogspot.com.br/2014/06/desde-o-4-de-xullo-aqueloutras.html 

domingo, 16 de março de 2014


A pesada artilharia ideológica do revisionismo e da Guerra Fria contra Stálin e suas realizações na construção do socialismo na União Soviética ainda hoje se faz sentir. Não é verdade que o mero distanciamento no tempo nos permite ver com mais clareza o que se passou, como lemos tantas vezes nas capas de dezenas de livros burgueses sobre o período. Não nesse caso. Conforme nos ensina Lênin, não existe neutralidade numa sociedade dividida em classes, e, por isso, não é de se esperar que autores burgueses mudem seu ponto de vista com o passar dos anos.

quarta-feira, 5 de março de 2014

No aniversário de 61º de morte, 05 de março, o líder soviético, Josef Stalin é homenageado e lembrado pelo russos.

domingo, 2 de março de 2014

Michael Parenti - A Cruzada Anticomunista

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Anticomunismo de Indústria

Ser comunista, ou ser anticomunista é uma questão que diz respeito ao enfoque ideológico de cada um. O autor deste livro, Michael Parenti, professor universitário norte-americano e jornalista especializado em ciência política, não é comunista, nem tem afinidades filosóficas com o marxismo.

No entanto, achou oportuno e necessário escrever este livro,

A Cruzada Anticomunista,

porque constatou, ao longo de documentada pesquisa, que o “anticomunismo” ultrapassou seus confessados propósitos para se transformar numa histeria de violência, de absoluto desrespeito pelos direitos.fundamentais do homem.

Partindo da realidade imediata, que é a norte-americana, Michael Parenti extrapola suas conclusões para o plano internacional, e conclui que “o anticomunismo produziu e continua produzindo corridas armamentistas, terror nuclear, fortalecimento de autocracias opressivas, reacionarismo anti-revolucionário, morte ou incapacitação física de milhares de jovens soldados norte-americanos, genocídio de centenas de milhares de civis indefesos”.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Dez fatos chocantes sobre os Estados Unidos

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  1. Os Estados Unidos têm a maior população prisional do mundo, compondo menos de 5% da humanidade e mais de 25% da humanidade presa. Em cada 100 americanos 1 está preso1.
A subir em flecha desde os os anos 80, a surreal taxa de encarceramento dos EUA é um negócio e um instrumento de controlo social: À medida que o negócio das prisões privadas alastra como gangrena, uma nova categoria de milionários consolida o seu poder político. Os donos destes cárceres são também na prática donos de escravos, que trabalham nas fábricas no interior prisão por salários inferiores a 50 cêntimos por hora. Este trabalho escravo é tão competitivo, que muitos municípios hoje sobrevivem financeiramente graças às suas próprias prisões camarárias, aprovando simultaneamente leis que vulgarizam sentenças de até 15 anos de prisão por crimes menores como roubar pastilha elástica. O alvo destas leis draconianas são os mais pobres mas sobretudo os negros, que representando apenas 13% da população americana, compõem 40% da população prisional do país.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014


Em Kiev, na Ucrânia, continuam os confrontos, habituais desde o final de Novembro, entre a polícia e os manifestantes. Em causa está o braço de ferro entre o Governo (que suspendeu a assinatura do Tratado de Livre Associação com a União Europeia) e a oposição que procura liderar os protestos, tentando daí tirar dividendos políticos. Nos últimos meses tem sido crescente o peso do partido fascista Svoboda que integra a coligação oposicionista. Para os anarquistas ucranianos, apesar de criticarem a actuação do governo, os trabalhadores estão fora deste jogo político entre os partidários de um maior relacionamento com a União Europeia e os que defendem uma maior integração com a economia russa. A entrevista que traduzimos e de que publicamos excertos foi dada por um companheiro anarco-sindicalista da Organização Autónoma de Trabalhadores da Ucrânia (um pequeno grupo que desenvolve a sua actividade em Kiev e em Harkov, a segunda cidade mais industrializada da Ucrânia), a uma rádio norte-americana. No entanto, a presença de militantes libertários nas ruas, em protesto contra as medidas autoritárias e repressivas do governo ucraniano, tem sido também uma constante.
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