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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016



Quando elaboramos nossas posições políticas é essencial combater não somente os desvios oportunistas de direita, senão também as tendências esquerdistas. Também há que esforçar-se em localizar os aspectos contraditórios das questões que se debatem.

Desde 1978, quando o Partido do Trabalho da Albânia formulou críticas exageradas e acusações gratuitas contra o Partido Comunista chinês, deixamos de estudar suas análises. Ainda que muitos dos nossos desacordos com o PTA tivessem fundamento, esta atitude não podia justificar-se. Inclusive se alguns partidos marxista-leninistas cometem graves erros, se desviam pela via do revisionismo ou do esquerdismo, devemos estudar sua evolução, tirar lições de seus erros enquanto seguimos tirando lições de suas experiências válidas. Nas críticas ao oportunismo e do revisionismo que formulou o camarada Enver Hoxha, podemos encontrar muitos elementos válidos. Poderíamos aproveita-las sem por isso estar de acordo com a orientação global de sua linha. Ao mesmo tempo, a observação crítica dos erros de Enver Hoxha poderia haver-nos posto em guarda contra os erros similares em nosso próprio partido.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015


Dia 17/09, quinta-feira, às 16h00, no Centro de Eventos "Benedito Nunes"(CEBN/UFPA), com entrada franca e certificado gratuito de participação para estudantes, palestra com o embaixador da República Popular Democrática da Coreia no Brasil, Kim Chol Hak, e lançamento do livro de memórias do ex-presidente da Coreia, Kim Il Sung, com a presença da tradutora, Rosanita Campos.
Apoio PROINTER-UFPA, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH-UFPA), Faculdade de Ciências Sociais (FACS-IFCH-UFPA), Casa de Estudos Árabes (CEÁRABES), Doutorado Interinstitucional (DINTER) em Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UNB)/Programa de Pós-Graduação em Ciência Política (PPGCP-IFCH-UFPA)/Universidade Federal do Pará (UFPA).


quinta-feira, 5 de março de 2015

Lembremos de Stálin hoje e sempre!

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015


domingo, 15 de fevereiro de 2015



"É difícil é imaginar uma figura tão gigantesca como a de Stalin. Nos últimos anos, desde que trabalhamos sem Lênin, não sabemos de qualquer viragem no nosso trabalho, de qualquer iniciativa, palavra de ordem ou diretiva de certa importância na nossa política, cujo autor não seja o camarada Stalin. Os problemas mais importantes de política internacional são resolvidos de acordo com as suas indicações ; e não só estes grandes problemas, mas questões que poderão parecer de terceira e mesmo de décima ordem, lhe interessam se dizem respeito aos operários, aos agricultores e a todos os trabalhadores de nosso país.

E devo declarar que isto não diz respeito apenas à construção do socialismo no seu conjunto, como também Aos diversos problemas do nosso trabalho. Por exemplo, se tomarmos o problema de a defesa do nosso país, é necessário salientar com toda força que devemos todos os sucessos ao camarada Stalin.

A vontade poderosa e o talento de organizador colossal deste homem asseguram ao partido a possibilidade de realizar as grandes viragens históricas, ligados à construção vitoriosa do socialismo"

(Sergei Kirov, 5ª Conferência Regional de Leningrado em1934)

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Gulag soviético: uma análise histórica fora do mito.



                      É impossível compreender o século XX sem ter um sólido domínio da história da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Contudo, mesmo tendo essa centralidade fundamental na dinâmica do século passado, a história da URSS é em grande parte desconhecida. As disputas da Guerra Fria e todo o enfrentamento entre movimento comunista e capitalismo mundial provocaram uma névoa de desconhecimento e ignorância sobre a história soviética que é difícil de dissipar. Os enganos, erros brutais, afirmações absurdas e narrativas grotescas abundam. O historiador israelense Moshe Lewin, que estudou a história soviética por 50 anos, afirma que quando os “especialistas” vão escrever sobre o tema “sua criatividade parece ser aguçada”. O filósofo francês Jean Salem, citando seu amigo Alain Besançon, afirma “em matéria de sovietologia nem sequer vale a pena mantermo-nos atualizados. O que é preciso é aprender a crer no inacreditável”.
                        
                     Um dos muitos mitos que pairam sobre a história soviética é o que reveste o Gulag – sigla para: Administração Geral dos Campos de Trabalho Correcional e Colônias. O Gulag soviético é comparado ao campo de concentração nazista, tomado como campo de extermínio; mostrado como um dos grandes horrores do século XX – essa Era dos Extremos, no dizer do saudoso Eric Hobsbawm. Os objetivos desse texto são bem simples. Pretendemos traçar uma análise histórico-social do que era o Gulag soviético, mostrar se as “narrativas clássicas” da época da Guerra Fria estão certas e elencar elementos para entender o porquê dessa imagem atual do Gulag ser a dominante – e não outra.
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